O QUE ESTA ESCRITO NA FITA NÃO É O QUE TA GRAVADO.
de Marcelo Montenegro
com Didio Perini, Ralph Maizza e Wilton Andrade.
Adaptação e direção : Walter Figueiredo.
Produção: Peterson Queiroz e Walter Figueiredo.
Gravaçao: Cláudio Pagé e Alexandre Kaimer.
Edição, sonoplastia e efeitos sonoros: Cláudio Pagé, Alexandre Kaimer e Walter Figueiredo.
gravado nos estúdios do
CIDADÃO DO MUNDO ARTE E CULTURA
PROJETO ABC DO SOM - junho de 2010.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
RADIO BATATA divulga:
sábado, 5 de junho de 2010
RADIO BATATA apresenta:
É só um tira-gosto da adaptação do conto "O que ta escrito na fita não é o que ta gravado" do Marcelo Montenegro que eu produzi e dirigi lá no Cidadão do Mundo.
Em breve será lançado oficialmente para o mundo no site do Cidadão.
sábado, 29 de maio de 2010
RÁDIO BATATA apresenta:
BALADA SANGRENTA de André Kitagawa. Direção: Walter Figueiredo

http://www.kitagawa.com.br
O radioconto "BALADA SANGRENTA" foi uma das produções dos cursistas das oficinas de webradio do "Cidadão do Mundo Arte e Cultura" realizadas em 2009 em São Caetano do Sul, da qual fui educador. A adaptação da Hq "Balada Sangrenta" se deu por gestão participativa e com o objetivo de experimentar em grupo, o processo de transmutação de linguagens. Um dos grandes desafios enfrentado pelo grupo foi a construção de uma paisagem sonora fiel aos ambientes criados por André Kitagawa em sua Hq.
A idéia de um radioconto é conduzir o ouvinte por uma viagem imagética a partir de sua própria percepção sonora. Para aqueles que conhecem a HQ ou que assistiram a adaptação de "Chapa Quente" feita por Mario Bortolotto para o teatro, essa viagem pode proporcionar uma mistura infinita de imagens. Para aqueles que não tiveram nenhuma relação anterior com a história, as imagens se formarão a partir do contato auditivo com a interpretação do texto e com os efeitos e ruídos produzidos, aguçando diretamente suas memórias afetivas. Em ambos os casos o resultado pode ser muito intrigante. Cabe a vocês o julgamento!
Ouvidos bem abertos e boa audição! Um abraço, Batata.

http://www.kitagawa.com.br
O radioconto "BALADA SANGRENTA" foi uma das produções dos cursistas das oficinas de webradio do "Cidadão do Mundo Arte e Cultura" realizadas em 2009 em São Caetano do Sul, da qual fui educador. A adaptação da Hq "Balada Sangrenta" se deu por gestão participativa e com o objetivo de experimentar em grupo, o processo de transmutação de linguagens. Um dos grandes desafios enfrentado pelo grupo foi a construção de uma paisagem sonora fiel aos ambientes criados por André Kitagawa em sua Hq.
A idéia de um radioconto é conduzir o ouvinte por uma viagem imagética a partir de sua própria percepção sonora. Para aqueles que conhecem a HQ ou que assistiram a adaptação de "Chapa Quente" feita por Mario Bortolotto para o teatro, essa viagem pode proporcionar uma mistura infinita de imagens. Para aqueles que não tiveram nenhuma relação anterior com a história, as imagens se formarão a partir do contato auditivo com a interpretação do texto e com os efeitos e ruídos produzidos, aguçando diretamente suas memórias afetivas. Em ambos os casos o resultado pode ser muito intrigante. Cabe a vocês o julgamento!
Ouvidos bem abertos e boa audição! Um abraço, Batata.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
CHURRASCO NA COPA
sexta-feira, 21 de maio de 2010
11 GOLS
Que seleção, brasileira ou não, fez tantos golaços em uma só edição de copa do mundo? Preciso responder?
Ps - O som do bg é meio brega, mas vale uma olhada.
Quatro destes estão entre os 50 mais bonitos de todas as copas. Os dois do Éder, o primeiro do Sócrates contra a Russia e o de voleio do Zico.
Ps - O som do bg é meio brega, mas vale uma olhada.
Quatro destes estão entre os 50 mais bonitos de todas as copas. Os dois do Éder, o primeiro do Sócrates contra a Russia e o de voleio do Zico.
domingo, 9 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
CURRA - TEMPEROS SOBRE MEDÉIA e a TV da faculdade

Conheci esses caras lá em Mogi das Cruzes no tempo em que fazia faculdade de jornalismo, treze anos atrás. Eles eram o Cleiton Pereira, o Peterson Queiróz, a Jú, o Ricardo, entre outros. Eles eram os Contadores de Mentira. Foi na casa do Cleiton que ouvi Tom Waitts pela primeira vez - ele me deu uma fita cassete que sumiu. Foi com eles a primeira experiência que tive com teatro, digo de bastidor, não de ator. Dirigi e operei as cenas em vídeo para o espetáculo "Alice C.". Loucura total. Era vídeo cassete, cada vez que dava play tinha que esperar o cabeçote do aparelho rodar e isso provocava buracos constrangedores para os atores. O espetáculo era bom e chegamos a rodar São Paulo pelo Mapa Cultural Paulista, eu gostava muito do vídeo. Na época eu trabalhava na tv da faculadade, não ganhava porra nenhuma mas podia usar os equipamentos. Era o que eu fazia. Tinha um programa musical que eu apresentava e fazia entrevistas. Cheguei até a entrevistar o Edvaldo Santana e alguns outros caras. Tinha um programa de clipes. Fiz um filme também, o "Jaba com Macaxeira", em que eu falava sobre jabaculê e que eu nunca editei. Organizei algumas leituras de poesia, fiz até um lançamento da então revista Medusa, hoje Coiote. Não tenho nenhum registro dessa época. Uma pena. Quem sabe agora que os caras tão completando 15 anos de grupo, e tão com essa montagem em São Paulo eles não me fazem uma surpresa e me trazem pelos menos o VHS do Alice C..
Não vi ainda o espetáculo que eles montaram lá no Feijão mas segundo o Cleiton "é uma celebração com batuque, comida, bebida, dança e música... quem não tiver dinheiro é só dizer que é convidado... todo mundo entra." É o que o Cleiton garante. Estarei lá nesse sábado.
CURRA - TEMPEROS SOBRE MEDÉIA
direção Cleiton Pereia.
com CONTADORES DE MENTIRA.
Espaço da Cia do Feijão.
Rua Teodoro Baima, 68 - República.
Próximo a igreja da consolação.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
DOUGLAS KIM
"ontem, no teatro
Ontem, no teatro. Ouvi de um personagem, um douto médico sanitarista: “Como erradicar as larvas do clichê que proliferam nas caixas d’água da cultura?” Outro, brilhante delegado de polícia, disse: “Quando a cultura torna-se refém do artista, o resgate é pago pelo público.” A peça? Uma comédia contemporânea escrita milhares de anos atrás."
Quer saber por onde ele anda?
http://douglaskim.blogspot.com/
Ontem, no teatro. Ouvi de um personagem, um douto médico sanitarista: “Como erradicar as larvas do clichê que proliferam nas caixas d’água da cultura?” Outro, brilhante delegado de polícia, disse: “Quando a cultura torna-se refém do artista, o resgate é pago pelo público.” A peça? Uma comédia contemporânea escrita milhares de anos atrás."
Quer saber por onde ele anda?
http://douglaskim.blogspot.com/
Assinar:
Postagens (Atom)

